| de maio |
| A moda da dança do charme voltou |
O “charme” está de volta e com força total! O ritmo tem invadido a TV aberta graças à novela global “Avenida Brasil”. Paralelamente à trama, o baile de charme do Viaduto de Madureira, no Rio, está comemorando 22 anos de sucesso!

A festa começou de maneira completamente despretensiosa e acabou virando uma verdadeira instituição democrática e pacífica da noite carioca! Nas fileiras de dançarinos com figurinos inspirados no universo “Black”, do soul setentista ao hip hop, o clima é de puro videoclipe! A dança é livre e os grupos se formam em coreografias de diversas influências!

Além de concurso de dança com prêmio de R$ 500, as festas de sábado tem um time de DJs que resume o gênero, entre eles o Corello DJ. Aos 58 anos, ele tem mais de 30 de baile e é o criador do termo “charme” (intermediário entre os sets lentos e a “pancadão” dos bailes).

Este ano, o baile completa 22 anos e 31 anos do ritmo. O sucesso é tanto que a festa é oficialmente reconhecida pelo governo do estado como instrumento essencial à cultura! Bacana, né?
O baile charme do Viaduto Negrão de Lima em Madureira acontece todos os sábados às 22h. Que tal contribuir com os eventos de charme na sua cidade também?!
| de maio |
| As cores e traços do grafiteiro Lamarca |
O grafite está tomando conta das ruas do mundo, com suas cores e expressões em sintonia com o novo milênio. A Kenner segue esta tendência e continua a apresentar aqui no blog a sua série de artistas que espalham os grafismos pela cidade.
O quarto desta série (que já mostrou os multi-artistas Toz, Airá e Leo Venom) é Marcelo Lamarca, artista inveterado que se formou em Design, Comunicação Visual e Marketing em 2008, e seguiu seu destino de pintar e reinventar as ruas do Rio de Janeiro.

Desde cedo aplicado a desenhos e ilustrações cheias de cor e movimento, o traço de Lamarca seguiu para dimensões maiores, na fusão entre a veia “street” e a sabedoria do desenho industrial.
Com crescente talento e entusiasmo, Marcelo despontou em terra estrangeira, com a exposição “Mangras”, que tomou conta da galeria brasileira Berimbau, em pleno West Village, no coração de Nova Iorque. O artista encheu o espaço com objetos brasileiros customizados à moda da rua e fez até uma intervenção no portão da galeria.

Lamarca é um verdadeiro estandarte da expressão artística sobre áreas públicas e privadas que antes sofriam com a depredação da pixação. O movimento de artistas de rua ao qual pertence, leva para frente a ligação entre arte gráfica, hip-hop e cultura para todos.

Além de ter participado das duas últimas edições da Babilônia Feira Hype, propondo a customização de peças com as cores e linhas divertidas do grafite, Lamarca tem seus desenhos espalhados pelos muros da cidade do Rio, que podem ser vistos como galerias ao ar livre.

E pra quem já embarcou nas cores fortes do movimento, as sandálias Classic K5 Gold são perfeitas para pés mais ousados e autênticos!
| de maio |
| Leo Venom: da Namíbia para as ruas do Rio |
Depois de Toz e Airá estrelarem nossa série de posts sobre o grafite carioca, chega a vez de mais um artista que colore os muros da cidade ser apresentado: Leonardt Lauenstein.
O nome complicado não é à toa: Leo Venom (seu nome artístico) é filho de um alemão com uma brasileira e nasceu na cidade de Tsumeb, na Namíbia. Aos 9 anos, Leo abandonou o continente africano com a família e foi para Minas Gerais, onde viveu até os 17. No Rio desde então, o artista formou-se em Desenho Industrial e, em 2007, começou sua incursão no mundo do estêncil.

Nestes últimos 5 anos, Venom passou de recortes mais simples para obras de extrema complexidade, virando um verdadeiro mestre na arte do corte vazado, feito com estilete ou bisturi (sim, a precisão é cirúrgica!).
Das paredes planas, o artista passou para experimentações com móveis, objetos, intervenções urbanas, pintura corporal, lambe-lambe e até pintura sobre tela. Os temas abordados em suas obras vão desde animais da sua infância namibiana até imagens polêmicas recheadas de cores fortes.

Em seu ateliê, Leo passa dias recortando as transparências que ilustrarão o dia-a-dia dos cariocas. Quem passar por Ipanema pode ver seu mural “Whale Birds” enchendo de cores (e pássaros-baleia, um de seus personagens) as paredes antes abandonadas pela cidade.

| de abril |
| Airá: Mc Grafiteiro e com orgulho |
A arte do grafite tem conquistado cada vez mais espaço graças à expressividade da sua linguagem e qualidade técnica dos artistas que a fazem. No Rio, está presente em diversos projetos sociais e também em circuitos artísticos comerciais.

O artista Airá “O Crespo” tem se destacado nesse universo! Ele é membro do grupo Rimas e Tintas, que desenvolve trabalhos de pintura, ilustração e produção cultural.
Usando o grafite como instrumento de arte-educação, Airá agora também tem apostado na música e em se firmar como Mc Grafiteiro!

As rimas do Airá não vêm de agora e também não ficam atrás de suas reconhecidas pinturas. O primeiro single, intitulado “Com Orgulho” (que você pode ouvir aqui!), segue uma linha meio à moda antiga, assim como seus grafites.

Quer combinação mais original do que música e arte de rua? Airá é mestre nessa mistura e sabe muito bem narrar e interpretar o que tá falando, trazendo o ouvinte para visualizar a cena que está grafitando. Simplesmente demais!
| de abril |
| A arte do grafite fora dos muros |
A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos e o mais legal é ver que cada vez mais artistas ganham reconhecimento Brasil a fora através dessa linguagem! A partir de hoje vamos mostrar para vocês alguns deles aqui no blog!
O primeiro é o baiano Tomaz Viana! O cara vive em terras cariocas há quase 20 anos e é um dos artistas pioneiros a explorar essa arte fora dos muros.

Toz, como é mais conhecido pela galera, começou ilustrando a paisagem urbana do Rio, mas não demorou muito para que fosse procurado por empresas para estampar seus desenhos em produtos, campanhas publicitárias, e participar de exposições.
Hoje suas telas são vendidas a colecionadores de dentro e fora do país! O cara também já desenvolveu uma linha de roupas (apresentada no Fashion Rio por três edições!), além de projetos especiais como a capa do CD do Marcelo D2, entre outras coisas mais!
Bem longe do vandalismo que polui os muros e construções por aí, o trabalho de Tomaz é inovador por estar na fronteira entre a POP-Art e o Grafite Hip-Hop. Dá uma olha só!

O cara também é um dos fundadores da Flesh Beck Crew, formado por artistas, designers, estilistas e grafiteiros, um coletivo super bacana que faz uma verdadeira ponte entre mundos tão distintos! Show!
Quem quiser pode conferir um pouco desse trabalho de perto num evento que vai começar nessa quinta na Galeria Movimento, em Copacabana, no Rio! Contamos tudo por aqui ontem!
E falando em arte e grafismos, o modelo Classic K5 Op Art da coleção Inverno 2012, traz um grafismo irreverente, com brincadeiras de volume, inspirado no “Op Art”. Com efeito 3D, sugere um movimento que não existe, mas que todos podem ver! De longe e de perto o desenho se modifica. Show à parte!
| de abril |
| Movimento urbano na galeria |
Quem foi na Galeria Urbanosfera, na última Babilônia Feira Hype, conferiu o quanto as sandálias Kenner e a arte de rua estão conectadas. E quem ainda não está por dentro das últimas do mundo do graffiti, a gente conta pra vocês as novas desse universo multicolorido.
No próximo dia 12, a Galeria Movimento de Arte Contemporânea abre suas portas para o lançamento da exposição do grafiteiro TOZ, intitulada “Vendedor de Alegria”. E esta não é uma exceção entre as exposições da galeria: a Movimento acredita e investe no graffiti como uma linguagem artística contemporânea de imenso potencial.

Após 6 anos no mercado das artes, a galeria já realizou 18 exposições com diversos tipos de linguagem e o diretor do espaço, Ricardo Kimaid Jr., aposta na street art como essencial para qualquer bom colecionador. Afinal, esta manifestação artística – que nasceu como forma de protesto – já se estabeleceu com reconhecimento nacional e internacional. E este espaço é uma evidência disso.
Além da arte de rua, a Movimento abriga também obras de fotografia e outras expressões contemporâneas que nem sempre ganham espaço em galerias e museus da cidade. É graças a essa visão vanguardista de Ricardo e seu apoio aos artistas, que este novo mercado carioca se fortalece e ganha cada vez mais visibilidade. Se depender da Kenner, estamos juntos nesta caminhada com a arte dentro e fora das galerias.
Para quem quiser fazer uma visita à Galeria Movimento, fica no Shopping Cassino Atlântico (Av. Atlântica, 4240 | Loja 212), bem onde Copacabana encontra com Ipanema. A expo do TOZ começa dia 12 e fica aberta de terças a sextas, das 11 às 19h, e sábados, das 12 às 18h. Aproveite o trajeto até a galeria para curtir as paisagens do graffiti urbano!
| de abril |
| Hoje é dia de voltar no tempo |
O amor de uma sereia por um ser humano, o pato descriminado por ser diferente dos outros, uma menina pequena como uma fada… Tá lembrado de alguma dessas histórias? Fala aí, com certeza alguma delas fez parte da sua infância, não é?!
E hoje, Dia Internacional do Livro Infantil – comemorado em mais de 60 países! -, é dia de voltar no tempo e relembrar um pouco dessa literatura que tinha o poder de nos transportar para diferentes mundos sempre repletos de muita imaginação!
Essa data especial foi criada em homenagem ao dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de verdadeiros clássicos do mundo do faz de conta, sempre associados a moral e aos valores da sociedade. Que tal relembrar algumas dessas histórias?
O Patinho Feio
Um clássico! A história de um pato que, por ser diferente de seus irmãos, é ridicularizado e descriminado. O que ninguém esperava era que ele se tornaria o mais belo dos cisnes e revelaria toda a sua beleza!

Polegarzinha
Polegarzinha conhece o Príncipe Cornelius, um príncipe tão pequeno quanto ela, e tem a certeza de ter encontrado o seu amor eterno. Mas antes que o romance possa começar, ela é raptada! Encontrar o caminho de volta para casa acaba numa grande aventura!

A Pequena Sereia
Quem não lembra da Ariel? A divertida e brincalhona sereia que vive num paraíso de baixo d’água com o seu pai, salva o príncipe de se afogar, e começa uma corrida contra o tempo para conquistar o coração dele e salvar o reino do seu pai!

E aí, conta para gente, com qual dessas histórias você mais se identifica?!
| de março |
| Kenner na Babilônia Feira Hype |
A gente já falou da Galeria Urbanosfera, que vai rolar na Babilônia Feira Hype, dias 31 de março e 1º de abril, mas chegou a hora de revelarmos um pouco mais sobre a parceria da Kenner com o evento e o que os artistas vão super produzir com as nossas sandálias!
A história toda não começa quando as portas do Jockey Club se abrirem para o evento, e sim com o desenvolvimento do último modelo da linha K5 – o Tie Dye. Todo baseado na fabricação manual e no processo de “amarrar e tingir”, esse modelo é o novo sucesso da Kenner e se destaca pela produção de sandálias únicas. Isso mesmo, assim como no processo de tingimento, um pé nunca é igual ao outro e cada peça é exclusiva como uma obra de arte.

E na Galeria Urbanosfera, a Kenner promete levar toda a ousadia da linha K5 para os holofotes: serão 50 pares usados pelo coletivo Tocayo para compor os painéis da exposição. E a grande surpresa é que as sandálias multicoloridas vão virar uma enorme e inédita obra de grafitti para realçar o caráter urbano e surpreendente da galeria temporária. Surpresa, surpresa, só quem estiver por lá vai poder ver processo e resultado!
Então, pra não perder essa instalação urbana-descolada, venha à Babilônia Feira Hype, na Tribuna B do Jockey Club. A Galeria Urbanosfera fica lá, dias 31 de março e 1º de abril, das 12h às 22h. A entrada custa apenas R$10,00 e a localização é perfeita, na Rua Jardim Botânico, 1003, no bairro da Gávea no Rio de Janeiro.
Confirmado?
| de março |
| Galeria Urbanosfera e K5 na Gávea! |
Nos dias 31 de março e 1º de abril, a Cidade Maravilhosa vai receber um evento que promete ser um verdadeiro encontro entre a arte e a rua. Batizado de “Galeria Urbanosfera“, a exposição vai contar com painéis, projeções, instalações e, claro, muita arte de rua, tudo isso em um dos espaços mais amplos da cidade: o Jockey Club, na Gávea.

A Kenner encontrou a oportunidade perfeita para participar do evento, com a doação de 52 sandálias K5 de diversas cores que serão inseridas em uma mega intervenção de grafite, onde vai ser difícil distinguir as sandálias da obra de arte em si.
O design de K5 e o grafite se tornam uma coisa só. Tudo a ver com a estética diversificada e inspirada no Tie Dye que vive nos pés de muitos jovens urbanóides.
De fato, nada combina mais com esta exposição que a Classic K5, já que o evento está em total sintonia com o estilo urbano e imprime um novo olhar sobre essa juventude provocativa e diversificada que cresce e ganha espaço no Rio de Janeiro.
A organização é do coletivo de artistas Tocayo e acontece dentro da clássica Babilônia Feira Hype, sucesso garantido entre os cariocas mais descolados.
Vá nos visitar! Estaremos na Galeria Urbanosfera dentro da Babilônia Feira Hype, na tribuna B do Jockey Club. O endereço é fácil de achar, fica na rua Jardim Botânico, no. 1003, no bairro da Gávea no Rio de Janeiro. O valor da entrada custa R$10,00, estaremos lá nos dois dias de 12h às 22h.
Quer saber mais informações sobre o evento? Clique aqui e confira.
| de março |
| Existe ou não existe amor em SP? |
O “cara da vez” que está fazendo a cabeça de meninos e meninas do Brasil é conhecido por Criolo, cantor de rap de voz macia e letras românticas e sensíveis para um rapper. Com seu segundo disco, “Nó na Orelha”, Criolo foi um dos campeões de indicações ao Video Music Brasil 2011 da MTV e venceu por ‘Artista Revelação’, ‘Álbum do Ano’ e “Música do Ano” com “Não existe amor em SP”. Na mesma noite, se apresentou ao vivo, cantando a faixa vencedora ao lado de Caetano Veloso.

Criolo Doido, como era originalmente conhecido, já existia há muito tempo para quem transitava pela cena de rap e hip-hop de São Paulo – sendo até “famoso” por ter criado a Rinha de MC’s, mas nada que chegasse aos pés da visibilidade que alcançou em 2011. O projeto do disco, ainda que falasse da falta de amor em SP, foi recebido muito afetivamente pelos paulistanos, por pessoas que acreditaram na visão do artista e realizaram o álbum com pouquíssimos recursos.
O segredo do trabalho (que não é tão secreto assim) foi produzir um som que mescla rap com MPB, funk, soul e blues, chegando a um público amplo, múltiplo e irrestrito. O sucesso foi tão estrondoso que desde então o rapper tem viajado por todo o país, além de ter recebido excelentes críticas internacionais e estar no line-up da próxima edição do Festival Back2Black, que acontecerá em Londres.
Agora é torcer para o músico continuar brindando o público brasileiro com novas produções e, principalmente, shows!














