de maio
 Nove brasileiros no Billabong Rio Pro

Depois de duas etapas na Austrália, o ASP World Tour 2012 chegou ao Rio no último dia 09 e ficará até esse domingo, dia 20! O Billabong Rio Pro deste ano, além de contar com a elite mundial do surfe, tem a expressiva marca de nada mais nada menos do que nove brasileiros!

Grande destaque verde-amarelo no WCT, Adriano de Souza, o Mineirinho, vai tentar repetir o feito de 2011, quando em uma lotada Praia da Barra da Tijuca deu um show e conquistou o caneco da competição (atualmente, o paulista é o segundo colocado no ranking, atrás apenas do 11 vezes campeão mundial, Kelly Slater)!

Adriano de Souza, o Mineirinho

Dos outros brasileiros na disputa, dois, assim como Mineirinho, vêm de São Paulo: Miguel Pupo e o fenômeno Gabriel Medina que, apesar de apenas 18 anos, já conquistou duas etapas do ASP World Tour, ambas no ano passado. Heitor Alves (CE), Alejo Muniz (SC), Raoni Monteiro (RJ) e Jadson André (RN) que, como Mineirinho e Medina, já sentiu o gostinho de vencer uma etapa do Circuito Mundial (Santa Catarina – 2010), também estão representando o país em águas cariocas.

Esse super time tem a dura missão de enfrentar nomes como os campeões mundiais Kelly Slater, Mick Fanning e C. J. Hobgood, além de Taj Burrow, atual terceiro colocado no ranking e rival do Mineirinho na decisão do Billabong Rio Pro 2011.

Kelly Slater em ação

Simultaneamente à disputa entre os homens, tá rolando o Billabong Girls Rio Pro, onde o Brasil está sendo representado pela catarinense Jacqueline Silva e pela paraibana Diana Cristina, a Tininha, atual campeã brasileira!

Este ano a competição está contando com três sedes para a realização das baterias, sendo a principal na Barra da Tijuca (Postinho) e as outras duas alternativas no Arpoador e no Canto do Recreio, sempre dependendo das ondas e das condições climáticas, claro!

Fica, então, a dica para os amantes do surf! E quem quiser, pode acompanhar as últimas notícias sobre o evento na página oficial do Billabong Pro BR no Facebook!

Por: KennerWEB

de novembro
 Kelly Slater é 11 vezes campeão mundial

Você sabe o que quer dizer hendecacampeão? Graças ao surfista Kelly Slater, podemos acrescentar essa palavra ao nosso vocabulário! O americano acaba de conseguir nada mais, nada menos que 11 títulos de campeão mundial de surfe!

Slater derrotou o australiano Daniel Ross na terceira fase do Word Tour de São Francisco, na Califórnia, Estados Unidos, e assim somou pontos suficientes para ganhar mais um título em sua carreira.

Desde o começo do ano, Slater vem dominando o ranking: venceu três etapas este ano e foi vice em duas. Mas esse título tem um sabor especial, é a primeira vez que ele conquista um título nos EUA!

E agora? Se ele conseguir mais um título, vamos usar qual palavra? :P

Por: KennerWEB

de agosto
 Kitesurf

Você já ouviu falar em kitesurf?! É uma mistura de surf, windsurf, wakeboard e vôo livre, que já está sendo apontada como uma das grandes tendências do verão 2012!

É fácil descobrir o motivo! O kitesurf une os “melhores momentos” de vários esportes em um só: é possível velejar com ventos mais fracos do que no windsurf, saltar as ondas mais alto do que no wakeboard, e ainda saltar lagos e rios que não possuem ondas! Muito bom,né?

O esporte, também conhecido como kiteboarding ou flysurf, é praticado com uma prancha e um parapente. Dele, partem quatro cabos que são presos na barra localizada no cinto do kitesurfer.

O controle da barra é o que dá a direção do parapente e consequentemente do velejo. Através da barra, o kitesurfer pode virar para esquerda, direita ou ainda aumentar ou diminuir a velocidade! Imagina a sensação de liberdade?

Mas atenção! Todo cuidado é pouco. O kitesurf é um esporte que pode ser perigoso se não for praticado de maneira adequada. O primeiro passo é, sem dúvida, fazer um curso com um instrutor profissional em uma escola adequada.

Os cursos básicos têm em torno de 10 horas/aula e os iniciantes aprendem primeiro a controlar o kite na areia para depois cair na água. O ideal é aprender em uma lagoa ou mar sem onda. No Rio, o esporte é muito praticado na praia do Pepê, na Barra da Tijuca.

Gostaram da dica?! E que tal unir as boas vibrações do kitesurf e da praia com a descontração da nossa linha Trop? Cá entre nós, é a combinação perfeita para os dias ensolarados do verão! ;)

Por: KennerWEB

de agosto
 WQS Prime na Califórnia

Por Pedro Muller

Mais uma vez, a etapa do WQS Prime em Huntington Beach, na Califórnia, foi um sucesso, mesmo sem as ondas ajudarem muito nos primeiros dias de competição, já que estavam pequenas e inconsistentes, principalmente com a maré cheia.

O evento também foi um show de organização do início ao fim! A transmissão, via internet, foi um dos pontos altos, com oito comentaristas de alto nível, entre eles, o australiano Barton Lynch (ex-campeão mundial), Dino Andino (ex-surfista profissional), Rob Machado (um dos maiores ídolos americanos do esporte), Wayne Rabbit Bartolomew (ex-campeão mundial e presidente da Asp durante muitos anos), o australiano Simon Anderson (ex-top mundial e inventor das tri-quilhas), fora três outros locutores profissionais, que não tiveram passagem pelo surf profissional, mas que entendem muito do assunto.

Essa equipe não deixou a bola cair, nem durante as maiores calmarias, preenchendo esse vazio com muitas informações valiosas. Geralmente campeonatos com ondas ruins podem ser chatos de assistir, mas com essa equipe competente de comentaristas, e mais imagens de vários ângulos, depoimentos e replays, de chato o campeonato não teve nada!

Outro fator positivo para esse verdadeiro festival de surf foram as várias categorias realizadas, entre elas a Junior, que foi vencida pelo surfista de Ubatuba Felipe Toledo.

Filho do bi-Campeão Brasileiro de surf profissional Ricardo Toledo, Felipe, de 16 anos, venceu a final de forma incontestável, batendo algumas das maiores promessas do surf profissional mundial, como o californiano Kalohe Andino e o hawaiiano John John Florence. Ele executou dois aéreos 360 perfeitos na grande final e conseguiu duas notas acima dos sete pontos, sendo o único a conseguir tal feito.

Outra grande revelação foi a californiana Lakey Paterson, também de 16 anos, que venceu a categoria Junior feminina e ficou em 2º lugar na categoria profissional, atrás apenas da australiana Sally Fitzgibbons.

Essas vitórias foram super importantes para a carreira desses dois jovens surfistas, já que esse talvez seja o campeonato que tenha a maior visibilidade entre todos as disputas de surf a nível mundial.

Para fechar com chave de ouro, o campeão entre os profissionais não poderia ser outro. Kelly Slater, que não competiu na última etapa do WT, pois surfou na mesma semana do evento ondas de 15 pés em Fidji, voltou com apetite total e venceu de forma arrasadora!

Nas primeiras fases mostrou muita competitividade e sangue frio para vencer e virar algumas baterias na última onda e nos minutos finais das disputas. Nas quartas de final derrotou o australiano Taj Burrow, conseguindo um tubo perfeito e limpo. Taj reclamou do julgamento, mas de dentro d’água a visão não é a mesma de quem assiste de fora. A vitória foi clara! Kelly sim poderia reclamar do julgamento, pois merecia mais nota em algumas ondas.

Na semi-final contra o hawaiiano Justin Payne, Kelly conseguiu a virada nos minutos finais, com a grande manobra do evento: uma onda para esquerda sem muito potencial, apenas o suficiente para ele acelerar e executar um aéreo 360 com um grau de dificuldade muito alto. Quando ele aterrissou e sumiu na espuma, não dava para ter certeza se havia completado a manobra ou não. A volta do aéreo foi em um momento tão crítico, que só Kelly Slater seria capaz de completar!

O campeonato foi vencido nessa semi-final. Na final contra o australiano Yadin Nicol, o careca não teve quase nenhum trabalho para vencer. Yadin se posicionou mais para o out side, esperando pelas maiores ondas para que pudesse conseguir maiores notas. A tática não funcionou e ele só foi surfar uma onda quando faltavam cinco minutos para o fim da bateria. A essa altura Kelly já tinha garantido duas boas notas e ficou impossível para o australiano mudar o resultado.

Nesse ritmo e indo para a próxima e sua favorita etapa do WT, no Tahiti, só podemos esperar mais uma vitória do fenômeno Kelly Slater!

Por: KennerWEB

de julho
 Sol, surf e final de semana – A combinação perfeita

Fim de semana de sol no Rio de Janeiro! Você já tem planos? Não?! Então o Blog Kenner vai te dar uma dica e tanto! Tá rolando desde a última segunda-feira o campeonato SuperSurf ASP World Masters Championship, na praia do Arpoador.

O evento está decidindo os títulos mundiais de 2011 em duas categorias da Association of Surfing Professionals (ASP): a Master (com 24 competidores com idade entre 36 e 49 anos) e a Grand Master (16 surfistas com 50 anos ou mais). Não é o máximo diferentes gerações unidas na mesma sintonia?!

A competição conta com a participação de grandes ídolos do esporte e vai só até esse domingo, dia 31!

Ótima sugestão, não?! A Kenner sabe que o surf, além de um esporte, é um estilo de vida, que influencia diferentes gerações tanto na maneira de pensar e agir, como na maneira de se vestir.

Quem já conhece a nossa linha Trop sabe que a energia e a descontração do estilo de vida dos surfistas foram nossa fonte de inspiração. Nada melhor do que unir as boas vibrações do surf e da praia com conforto, praticidade e estilo, não acham?! ;)

 

E aguardem… Em breve muitas novidades na nossa Coleção Verão 2012!

Por: KennerWEB

de agosto
 Inverno também dá praia!

Ao contrário do que vemos nos filmes americanos, em que no verão faz calor e no inverno faz frio (com um outono e primavera bem bonitos), o Brasil não tem muito disso não. O inverno no meio do ano proporciona também bons dias de praias para os brasileiros.

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Uma boa dica para quem está na Bahia é conhecer praias menos badaladas, como a Praia de Santo André, em Santa Cruz Cabrália. Ela fica na Apa (Área de Proteção Ambiental) de Santo Antônio, no povoado de Santo André. Para chegar nela, é preciso atravessar o rio São João de Tiba em uma balsa, que sai de 30 em 30 minutos.

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Chegando lá, você encontrará água salgada, se a maré estiver enchente, e água doce se a maré estiver vazante. Muito legal! Além disso, a população local prepara ótimos pratos de frutos do mar. Perfeito né? A Praia Santo André é considerada também uma das 13 praias mais belas do Brasil!

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Por: Equipe Sandálias Kenner

de junho
 Fim de semana com altas ondas muito sol e alto astral.

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Foi assim a primeira surf trip de 2010 para Ubatuba.

Quase 50 pessoas, entre alunos, instrutores e acompanhantes participaram dessa viagem que foi um grande sucesso.

Nos reunimos na sexta feira na Pousada Todas as Luas, que fica na Praia de Itamambuca, uma das prais mais bonitas e famosas de Ubatuba.

Para nossa chegada estava programado um jantar com peixe na brasa nos mais puro estilo Ubatubense.

Depois da janta, separamos os grupos (quem iria com qual instrutor), onde seria a primeira caída do dia e a que horas (6:30) iriamos.

Sem muito atraso, já que a espectativa era grande, saimos de nossa pousada e fomos andando até a praia onde estavamos hospedados.

Quando chegamos o mar estava lindo, um metro e meio de ondas e vento terral com boa formação.

Apenas os alunos mais avançados conseguiram passar a dificil arrabentação, mas os iniciantes conseguiram se divertir nas seções intermediárias.

Voltamos para o café da manhã e sem perder muito tempo fomos para a Praia da Fazenda para a segunda caida do dia.

As ondas na Praia da Fazenda agradaram a todos, com meio metro, algumas séries maiores e boa formação, todos aproveitaram ondas longas e muito fáceis de surfar.

Nessa que é uma das praias mais bonitas e virgens de Ubatuba. Além de estarmos praticamente sozinhos.

Mais uma vez sem perder tempo fomos almoçar na pousada para em seguida sairmos para o fim de tarde.

Dessa vez tivemos que separar os grupos, os iniciantes foram para a Praia do Perequê, uma praia mais central mais que tem ótimas ondas principalmente para iniciantes.

O outro grupo foi para a Praia do Felix, que é uma das ondas mais tubulares da região e as ondas ainda tinham um bom tamanho.

Dessa forma os dois grupos puderam aproveitar excelentes ondas nas duas praias.

Para comemorar esse dia maravilhoso, todo o grupo foi jantar na pizzaria São Paulo, que fica no centro de Ubatuba.

No domingo, as 6:30 todos estavam de pé novamente e prontos para mais dia de altas ondas.

Mais uma vez dividimos os grupos, os iniciantes voltaram para o Perequê e os avançados surfaram na Praia Vermelha do Norte que fica bem próxima de Itamambuca.

As ondas haviam baixado um pouco mas mesmo assim todos puderam aproveitar boas ondas sem crowd.

A segunda e última caída do domingo foi em Itamambuca, já que as ondas haviam diminiuido e todos dessa vez conseguiram passar a arrebentação.

Normalmente programo apenas uma surf trip por ano, mas como todos gostaram muito e pediram mais uma ainda para esse ano, quem sabe em breve mando noticias de nossa segunda surf trip de 2010.

Abraços.

Pedro Muller.

Por: Equipe Sandálias Kenner

de maio
 Para curtir um sol e relaxar

Com certeza, uma das praias mais belas do nordeste (são muitas!) é a praia de Maracaípe. Essa é uma das 7 praias contínuas de Porto de Galinhas, escolhida por 7 vezes seguidas a melhor praia do Brasil pela Revista Viagem e Turismo.

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Maracaípe também é adorada pelos surfistas, por sempre dar boas ondas (podem chegar a dois metros!). Além disso, os coqueirais e o jeito meio rústico dão o encanto a esse paraíso.

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Para quem quer descansar, Maracaípe é o lugar mais indicado. As praias de Porto de Galinhas são afastadas do burburinho urbano, apesar de sua curta distância de Recife: apenas a 60 km do Aeroporto Internacional dos Guararapes, na capital do estado.

Trop_maracaipe_3(foto: Maurício Val – FOTOCOM.NET)

Então, se você quer surfar ou apenas pegar um sol e se divertir, aí está a melhor dica (ainda mais que estamos pertinho das férias do meio do ano!).

Por: Equipe Sandálias Kenner

de maio
 Jadson André fatura a terceira etapa do WT no Brasil

Esse é o comentário que mais se ouve ultimamente dentro d’água.

Mas não é para menos. Há doze anos um brasileiro não vencia uma etapa do WT em casa, vencendo na final o americano nove vezes campeão mundial e atual líder do circuito de 2010, Kelly Slater.

De quebra, até o Jornal Nacional passou a vitória do potiguar.

Outro detalhe muito importante essa conquista foi 100 % brasileira, Jadson usou em todas suas baterias uma prancha do carioca Ricardo Martins, que alias funcionou muito bem.

E ainda tem mais, em umas das etapas do WT de mais alto nível que já vi. As performances de Jordy Smith, Dany Renolds, Owen Right, Mick Fanning, Mineirinho, CJ Ou Goob e Kelly Slater só fizeram valorizar mais ainda a conquista de Jadson.

As ondas de até um metro com boa formação da Praia da Vila em Imbituba foram o palco perfeito para os surfistas mostrarem um repertório de manobras pra lá de atual.

Os mais variados tipos de aéreos, rasgadas com pressão, uma velocidade absurda para em seguida voar muito alto e uma leitura de onda impecável, são os requisitos básicos para quem quiser vencer uma etapa do WT nessas condições.

Isso ficou claro depois dessa etapa, o surf está atualmente em outro patamar. E a entrada da nova geração no WT, está sendo a responsável por essa mudança.

Além de ter apresentado todos esses fatores, Jadson mostrou muita competitividade e muita frieza para conseguir algumas vitórias de virada na última onda surfada no último minuto de suas baterias.

Muitos esperavam uma boa apresentação de Jadson em sua primeira temporada no WT, mas conseguir uma vitória em seu primeiro ano logo na terceira etapa deixou todos impressionados mesmo os que conhecem bem seu potencial.

Ao que tudo indica, esse vai ser um anos mais disputados da história da ASP e essa foi apenas uma pequena amostra do que vem pela frente.

Mal posso esperar pela etapa  Jefreys Bay.

Parabéns ao time brasileiro no WT e muito boa sorte.

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Abraços.

Pedro Muller.

Por: Equipe Sandálias Kenner

de março
 Os favoritos do WCT

Começou ontem o período de espera (dia 30/03/2010) para segunda e mais antiga etapa do WCT, o Rip Curl Pro em Bells Beach Austrália.

Com a presença de 5 brasileiros, Adriano de Souza, Jadson André, Marco Polo, Neco Padaratz (que ganhou uma vaga da ASP por contusão para participar de todas as provas do WCT) e Gabriel Medina, de apenas 16 anos, que ganhou um convite de seu patrocinador, Rip Curl para participar desse evento, essa promete ser mais uma etapa super disputada de um ano em que vários competidores estão surfando muito, tornando muito difícil, apontar um favorito.

Owen Wrigt

Na primeira etapa do ano, também realizada na Austrália, mas do outro lado, no Gold Coast, o grande campão foi o australiano Taj Burrow, que está passando por uma excelente fase, com 3 vitórias consecutivas. Duas em etapas do WCT e uma no WQS, além de um 2º lugar em mais uma etapa do WQS.

Mesmo com tantos bons resultados, não dá para dizer que ele é o favorito para o titulo mundial desse ano. Quem mais me impressionou na etapa de abertura foi sul africano Jordy Smith. Com um surf lindo, veloz, fluido e muito forte, ele parecia imbatível, surfando muito próximo da perfeição. Perdeu na final, em uma hora que as ondas ficaram mais inconsistentes, não conseguindo entrar em sintonia com as séries.

Outro australiano, Bede Durbidge, mais uma vez teve uma performance pra lá de consistente. Manobrando forte, completando tubos impossíveis e com uma escolha de ondas impressionante, não irá me surpreender se chegar às etapas finais com condições de levar o caneco.

O americano Danny Raynolds, que dizem não ligar muito para resultados, surfou com muita garra, extrapolou nas manobras, caindo em muitas, mas quando completava… bastavam apenas duas delas para ganhar uma nota alta. É mais um que tem plenas condições de brigar pelo titulo. Principalmente, pois parece que sua maior fraqueza, a inconsistência, está ficando para trás, depois de ficar em 3º lugar em duas etapas consecutivas do WCT, Pipe e Gold Coast.

Adriano de Souza largou na mesma posição em que terminou no ano passado, quinto lugar. Mas melhor que seu resultado, foi ver como ele evoluiu tanto em tão pouco tempo. Mineirinho talvez seja o melhor competidor do tour juntamente com Bede Durbidge e para completar ele está surfando no nível dos melhores. Ano passado teve sua primeira vitória no WCT e brigou pelo titulo até a penúltima etapa. Ao que parece, ano passado ele estava só esquentando.

O campeão do ano passado e bi campeão mundial Mick Fanning continua arrasador. O fato de já ter conquistado dois títulos mundiais pode servir de vantagem sobre seus adversários que ainda não conquistaram nenhum, fora, claro, Kelly Slater, Andy Irons e CJ Hoob Good.

Falando em Slater, se não voltar a usar pranchas convencionais, dificilmente vai conquistar seu 10º titulo. Mas se as ondas estiverem tubulares, grandes ou pequenas, para a esquerda ou para a direita ele continua favorito mesmo que esteja surfando em uma tampa de privada.

Tem também o estreante Owen Wright, outro jovem australiano, que já venceu Slater duas vezes, nas duas vezes em que se enfrentaram. Ele também teve sua melhor performance ano passado, na etapa do seu patrocinador em Portugal, em condições dificílimas. Infelizmente, não pode participar da semifinal, pois estourou o tímpano na fase anterior.

Não podemos esquecer-nos dos irmãos Hoob Good. É impressionante ver como esses dois veteranos não param de evoluir, surfando melhor a cada ano e em qualquer condição. Se as ondas estiverem tubulares e quebrando para a esquerda dificilmente não veremos um dos gêmeos nas finais.

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E ainda tem Joel Parkinson, que perdeu o titulo ano passado mesmo tendo vencido 3 etapas no começo do ano e Andy Irons, que volta ao circuito depois de um ano longe das competições.

Bom, dá pra ver que esse ano o bicho vai pegar e olha que não citei o nome de muitos outros, que também podem surpreender a qualquer etapa.

Abraços.

Pedro Muller.

Por: Equipe Sandálias Kenner