de março
 Tudo em um botão só

Existem vários jogos em que um dos botões do controle serve para realizar ações diferentes dependendo da situação – e não é por coincidência que o termo usado normalmente é “ação sensível ao contexto”. O mesmo pode servir para abrir um baú, puxar uma alavanca, conversar com alguém, e por aí vai. Agora… e se houvesse um jogo em que absolutamente tudo dependesse de apenas um botão? É exatamente nisto que a dica de hoje se baseia.

JOGO

Em One-Button Bob, o objetivo é conduzir o explorador em uma série de cavernas cheia de armadilhas, criaturas ameaçadoras, poços de magma e muito mais. E em cada tela, o jogador só precisa pressionar o botão esquerdo do mouse para realizar a ação da vez. E para saber qual é? Simples: só jogando, mesmo! E aí, em quantos cliques você consegue achar explorar a caverna, derrotar o chefão e achar o tesouro?

por Pedro Giglio

- por aqui, foram mais de 500 e menos de 550

http://www.jigu.com.br

Por: Equipe Sandálias Kenner

de dezembro
 Guitar Hero no Natal

O Guitar Hero é considerado o jogo mais criativo dos últimos tempos. Até quem nunca levou muito jeito pra guitarra consegue dar um show com o joguinho.

Isso acontece porque o controle é uma pequena guitarra, com poucos botões, o que torna o jogo mais simples que tocar uma guitarra de verdade. A partir dele, conhecemos muitos heróis da guitarra que fazem coisas impressionantes com o joguinho, como o menino de 8 anos que é praticamente o Hendrix do Guitar Hero:

Desde então, inventaram bateria, baixo e até microfone para curtir o jogo.

Em clima de Natal, dois caras chamados Kyle and Colin Bryson decidiram enfeitar a frente de sua casa com pisca-piscas natalinos. Até aí, tudo bem. Mas essas luzes estavam diretamente ligadas a um jogo do Guitar Hero, e eles conseguiram fazer coisas incríveis enquanto um menino jogava GH usando a porta da garagem como televisão!

Confira o vídeo que já teve mais de 1 milhão e meio de exibições:

Por: Equipe Sandálias Kenner

de outubro
 Experimentalismo pode ser bom

De uns tempos pra cá, ter um videogame em casa virou algo bem comum – mas tem uma coisa na qual pouca gente se liga: nem sempre os criadores dos jogos que você vê nas prateleiras das lojas têm a chance de criar algo absolutamente inovador. Claro que boa parte deles tenta garantir aquele diferencial que vai fazer o cliente comprar seu produto, e não o do vizinho… mas seja pela pressão do mercado em criar coisas parecidas com as que fazem sucesso, às vezes fica difícil deixar a mente viajar demais.

Felizmente, os jogos por download estão aí pra isso: enquanto alguns são variações de temas conhecidos, existem algumas produções na web – e outras por download, oferecidas de graça ou a um precinho bem mais camarada – que fazem o que os “peixes grandes” da indústria dificilmente têm a possibilidade de fazer. Um destes game designers é Daniel Benmergui, que libera suas criações na Internet – e que enquanto não parecem muito pretensiosos, têm ideias bem interessantes.

Moon e o Today

O primeiro jogo dele que conheci foi “I Wish I Were the Moon”, onde apontar com o mouse e marcar um botão cria uma fotografia. O que estiver na foto pode ser trocado de lugar na tela, criando até oito finais diferentes para esta curioso triângulo amoroso entre um rapaz, uma moça e a lua. Tente tirar uma foto do carinha na lua e mova-o pra canoa para ver um deles. Veja se consegue descobrir os outros sete!

O outro jogo dele que é um dos meus favoritos do ano é “Today I Die”, onde o jogador modifica os elementos do cenário ao trocar as palavras marcadas em um poema. Bacana que o jogo tenha sido traduzido e adaptado para vários idiomas, inclusive o bom e velho Português. Lembre-se que vale interagir tanto com o herói quanto com os inimigos e elementos do cenário. Não é o tipo de jogo que se vê com frequência, né?

Enfim, vale dar uma vasculhada no site do Daniel, que tem mais conceitos bacanas, como “StoryTeller” – historinha customizável em três atos envolvendo dois rapazes e uma moça num reino medieval de fantasia – e “Night Raveler and the Heartbroken Uruguayans”, que envolve ligações humanas e suas consequências.

StoryTeller e Uruguayans

Por Pedro Giglio
- mesmo sendo fã dos clássicos, curte pensar fora da caixa
http://blog.maraschino.org

Por: Pedro Giglio